politica 05/01/2018 às 15:24

Secretaria de Segurança do RS estuda reforço em policiamento em dia de julgamento de Lula

Cerca de duas semanas atrás, a Justiça Federal em Porto Alegre decidiu proibir acampamento que o MST pretendia fazer no parque em frente ao TRF-4, mas liberou o espaço para manifestações.

César Schirmer, secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, afirmou nesta quinta-feira (04) que não quer um ambiente de guerra durante o julgamento de Lula em Porto Alegre. Vendo a possibilidade de invação e desobediência civil, a Prefeitura solicitou ao Governo federal o reforço da segurança para o dia 24, quando o TRF da 4ª Região analisará o recurso de Lula no âmbito da Lava Jato.

Ainda na quarta-feira, a Prefeitura e governo do estado se reuniram durante todo o dia. Forças de segurança estaduais e municipais instalaram um gabinete de crise para alinhar estratégias de segurança que serão adotadas no dia do julgamento. A respeito do pedido, ainda não há o retorno do Governo federal sobre o reforço da segurança.

O pedido do prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr. (PSDB) foi rechaçado pelos petistas, como era de se esperar. Pelas redes sociais, integrantes do partido consideraram a medida como forma de "intimidação do povo". O presidente da sigla no Estado, Pepe Vargas, usou o Twitter para dizer que quem está destruindo o patrimônio público e agredindo o cidadão é o “governo golpista apoiado pelo prefeito de extrema direita”, apesar de Marchezan ser de centro-esquerda.

Cerca de duas semanas atrás, a Justiça Federal em Porto Alegre decidiu proibir acampamento que o MST pretendia fazer no parque em frente ao TRF-4, mas liberou o espaço para manifestações.

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