politica 03/11/2017 às 18:33

Após lutar por nomeação de Luislinda, agora Movimento Negro diz que ela não os representa

Grupos esquerdistas se mobilizaram para nomear ex-Desembargadora. Agora, diante do fiasco do supersalário e da alegação de escravidão, dizem que ela não os representa.

Quando Michel Temer (PMDB) decidiu pela nomeação de Luislinda Valois para o Ministério dos Direitos Humanos, seu governo vinha numa das primeiras "crises" fabricadas pela imprensa. A "crise", na época, era o fato de seu Ministério não contar com mulheres, negros e gays. Tal fato era vendido como uma verdadeira monstruosidade. A saída encontrada foi aceitar a pressão vinda do Movimento Negro, que mobilizou-se fortemente pela nomeação de Luislinda Valois. Numa tacada só, preenchiam-se as cotas de mulher e negra.

Com o fiasco desta semana, com Luislinda exigindo um salário de R$ 61 mil e alegando que receber pouco mais de R$ 30 mil representava condição de trabalho análoga à escravidão, eis que o famigerado Movimento Negro já tratou de jogar sua Ministra ao mar. 

Confira-se por exemplo uma notícia do Jornal GGN, de propriedade do notório Luis Nassif, publicada em 2011. Nela o Movimento Negro comemorava a nomeação de Luislinda para a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça. A matéria comemorava que havia sido da lavra da então juíza Luislinda a primeira condenação por racismo no Brasil.

Agora, o igualmente esquerdista Brasil 247 traz matéria em que o Movimento Negro afirma que Luislinda não os representa.

Lembra Lula falando de Palocci. Antes da delação, o ex-Ministro era "um dos homens mais inteligentes deste país". Após a delação, Lula disse que Palocci era um "mentiroso profissional".

O cinismo esquerdista desconhece limites.

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