geral 01/11/2017 às 17:37 - Atualizado em 01/11/2017 às 17:45

CIA libera documentos que afirmam que Hitler viveu na Colômbia e na Argentina após a Guerra

Informes partiram de ex-membro das SS, que teria tido contato com o ex-líder do III Reich.

Segundo a história oficial, Adolf Hitler, o execrável ditador nazista cometeu suicídio a 30 de abril de 1945, concluindo a inevitável queda da Alemanha na Segunda Guerra Mundial. No entanto, isso tem sido repetidamente contestado, com teorias de que o líder nazista pode ter sobrevivido e escapado para a América do Sul. Um lote recentemente desclassificado de documentos CIA adicionou às especulações. As informações são do Suptnik.

De acordo com um documento datado de 5 de outubro de 1955, um agente da CIA sob o nome de código CIMELODY-3 disse que foi contatado por "um amigo de confiança que serviu sob seu comando na Europa e que atualmente reside em Maracaibo (Venezuela)". O amigo disse que Phillip Citroen, ex-soldado da SS alemã disse a ele em setembro de 1955 que "Adolf Hitler ainda está vivo".

Citroen também afirmou que entrou em contato com Hitler durante uma viagem de Maracaibo para a Colômbia, onde ele afirmava que Hitler estava escondido. "Citroën comentou que na medida em que passaram dez anos desde o final da Segunda Guerra Mundial, os Aliados não podiam mais processar Hitler como um criminoso de guerra", afirma o documento.

O ex-agente da SS também disse ao CIMELODY-3 que ele posou para uma fotografia com Hitler. A imagem pretendida foi microfilmada e anexada ao documento. É a imagem que ilustra esta matéria. "A pessoa da esquerda é alegadamente Citroën e a pessoa à direita é sem dúvida a pessoa que Citroën afirma ser Hitler. A parte de trás da fotografia continha os seguintes dados:"Adolf Schrittelmayor, Tunga, Colômbia, 1954", lê-se no o documento.

O memorando também observa que a Citroën afirmou que o ex-Führer deixou a Colômbia para a Argentina em janeiro de 1955. Mais informações foram fornecidas por outro documento datado de 17 de outubro de 1955, que citou "um memorando não datado, que se acredita ter sido escrito em meados de fevereiro de 1954". O memorando afirma que Citroën contou a um antigo membro da base da CIA em Maricaibo que, ao trabalhar na Colômbia, conheceu "um indivíduo que se parecia fortemente e afirmou ser Adolf Hitler".

O documento também diz que Citroën afirmou que muitos antigos nazistas viviam no bairro "Residencias Coloniales". Ele também disse que os alemães que viviam lá seguiam o alegado Hitler com "uma idolatria do passado nazista, tratando-o como "der Führer" e dando-lhe a saudação nazista e a adulação de soldados dos tempos de guerra".

No entanto, os memorandos mostram que a agência ficou cética com essas informações todas, chamando o relatório de "uma aparente fantasia".

Notícias Relacionadas