politica 23/10/2017 às 18:07

Brasil já repassou R$ 1,3 bilhões à ditadura cubana através do Mais Médicos

Dinheiro vai para Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), uma empresa de fachada da ditadura comunista. Médicos ficam com pequena parcela.

Amanhã (24) e quinta (26), os membros da Comissão de Assuntos Sociais do Senado terão duas importantes reuniões. O motivo é simples: analisar a eficácia do famigerado programa Mais Médicos. Criado na era Lula e turbinado com recursos no governo Dilma, o programa nasceu prometendo que buscaria médicos do mundo todo. Na prática, acabou se tornando uma forma simples de repassar dinheiro para a ditadura comunista cubana.

O programa funciona através da contratação da Organização Pan-Americana de Saúde, OPAS, uma empresa de fachada controlada pela ditadura caribenha. O Brasil contrata a Opas, que contrata os médicos. O dinheiro vai para a Opas, que repassa apenas uma pequena porcentagem para os médicos. As condições de trabalho, inclusive com retenção de documentos e forte pressão sobre as famílias que ficam na ilha enquanto os médicos estão aqui, facilmente caracterizariam trabalho escravo.

Que os Senadores passem o programa a limpo. Na prática, o Brasil tem sido cúmplice em um modelo novo de escravidão em pleno Século XXI. E sem termos qualquer controle sobre a efetividade médica do programa.

A foto que ilustra a matéria de Alan Sampaio, do IG de Brasília.

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