politica 08/04/2017 às 19:04

Voltando ao deplorável caso de Gilberto Dimenstein

* Comunicado. Eduardo Bisotto. Diretor do Sul Connection.

Já tínhamos dado o caso Gilberto Dimenstein por encerrado. Pretendemos tratar deste assunto daqui pra diante na esfera adequada: a Justiça. Nesta altura do caso, Gilberto Dimenstein muito provavelmente já consultou seus advogados e sabe o tamanho do estrago que causou e pelo qual terá de responder.

Entretanto, certamente desesperado com as conseqüências que lhe aguardam na Justiça e o impacto que isto lhe trará profissionalmente, resolveu dobrar a aposta. Reitera os ataques e faz provocações diárias, certamente na esperança de que caiamos em seu jogo e lhe forneçamos argumentos para ao menos tentar se defender.

Não faremos a vontade de Dimenstein. Ele já tem bastante coisas com as quais se preocupar. Terá de explicar o porquê de usar dinheiro público, conquistado via Lei Rouanet, para defender os interesses privados de seus botecos. Terá de explicar o porquê de usar dinheiro público, conquistado via Lei Rouanet, para perseguir e enlamear a reputação de adversários políticos seus.

Terá de explicar o porquê de ter adotado contra o Sul Connection, contra o MBL e contra diversas pessoas físicas individualmente uma conduta nitidamente caluniosa, nos imputando falsamente a prática de crimes. 

Terá de explicar o porquê de ter adotado contra o Sul Connection, contra o MBL e contra diversas pessoas físicas individualmente uma conduta nitidamente difamatória,.imputando-nos fatos ofensivos à nossa reputação.

Terá de explicar o porquê ter adotado contra o Sul Connection, contra o MBL e contra diversas pessoas físicas individualmente uma conduta claramente injuriosa, ofendendo nossa dignidade de maneira sistemática e claramente premeditada.

Já é assunto suficiente para os advogados, para os Juízes que julgarão as ações e para o Ministério Público ao tomar conhecimento do lamentável comportamento adotado por Dimenstein.

Entendemos a preocupação do ex-jornalista da Folha, seu desespero, a sensação de proximidade do fim da linha. Mas pretendemos deixá-lo continuar a desopilar o fígado, aumentando ainda mais a lista das suas ações que merecerão avaliação da Justiça.

Não responderemos. Não cairemos em provocação. Não iremos lhe dar argumentos para tentar equivaler moralmente e juridicamente sua conduta com a nossa.

A hora de Dimenstein chegará diante da Lei. É diante da Justiça, único foro adequado para a resolução civilizada de confitos, que pretendemos repor a verdade em seu devido lugar, separando-a definitivamente de condutas criminosas.

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