geral 06/04/2017 às 11:19

Caso Dimenstein: não é por 20 centavos. É por dois botecos

Ex-jornalista da Folha está surtado desde que a notícia de que seus botecos foram beneficiados por Fernando Haddad (PT) veio a público.

Ontem (05) este Sul Connection foi vítima de um ataque calunioso do ex-jornalista Gilberto Dimenstein. Talvez acreditando que ainda seja um dos todo-poderosos da Folha, jornal em que atuou por décadas e que serviu para lhe dar alguma credibilidade, Dimenstein nos acusou de sermos um site fantasma a serviço de uma suposta rede de notícias falsas. Dimenstein mentiu, nos caluniou e cometeu um crime. Uma atitude que trata-se claramente de um comportamento canalha e por isso iremos nos encontrar na Justiça.

Para que nossos leitores entendam o caso, resolvemos reconstituir a história. Ficará claro o motivo do desespero do ex-jornalista e o porquê de termos nos tornado seus alvos.

Tudo começou quando o vereador Fernando Holiday (DEM) denunciou Dimenstein na Câmara de Vereadores de São Paulo pelo fechamento de uma rua na Vila Madalena. Holiday dava voz a moradores da região indignados com a medida, tomada pelo ex-prefeito Fernando Haddad em benefício de dois botecos dos quais Dimenstein é dono.

A partir daí, Dimenstein rodou a baiana e tem incorporado o caçador das notícias falsas. Ele tenta desesperadamente construir a narrativa de que não tem boteco, de que Holiday mentiu e de que não recebeu qualquer benefício de Haddad. Para sua desgraça, o jovem vlogueiro Arthur do Val, do canal MamãeFalei, esteve no boteco e provou: É BOTECO!

ASSISTA AO VÍDEO:



Desde que foi desmascarado e exposto, Dimenstein deu início em sua Cruzada pseudo-indignada para tentar desconstruir quem lhe expos. Até agora, absolutamente em vão. 

Dimenstein foi pra cima do Jornalivre, um veículo colaborativo, que contava com diversos autores e que, portanto, não tinha exatamente um Editor ou um Diretor responsáveis. Acusou o site de ser um "veículo fantasma". Foi então que Roger Roberto André, ou Roger Scar, para quem o acompanha há algum tempo nas redes sociais, apareceu para se apresentar como responsável pelo site. 

O discursinho de "veículo fantasma" já deveria ter ido para o espaço. Mas Dimenstein resolveu dobrar a aposta e acusou ontem (05) este Sul Connection de também ser um "veículo fantasma". Dimenstein descobriu a bola quadrada: um "veículo fantasma" com endereço, com Diretor, com responsáveis, com Editor, enfim, com tudo que se exige da identificação de seus responsáveis.

Desde então, tenta recalibrar o ataque, ciente de que cometeu um crime e de que terá de pagar por ele. Primeiro, disparou uma série de perguntas ao Diretor do site, Eduardo Bisotto, sem nenhuma relação com sua acusação. Obviamente não respondemos e nem responderemos Dimenstein, a quem não devemos satisfação alguma. Ao contrário do que ele pensa de si, Dimenstein não é o juiz da ética e da moral jornalística brasileira.

Hoje, voltando a atacar, Dimenstein altera seu discurso mais uma vez: agora já não somos mais fantasmas. Somos o centro da rede de notícias falsas do Jornalivre e do MBL. Só há um problema para o discurso criminoso de Dimenstein: a linha do tempo não fecha.

O Sul Connection foi criado em 2015. Aproximadamente um ano antes do Jornalivre ser criado. A propósito, nossa carta de princípios ainda está no ar para quem quiser ver. Nela, constavam os currículos meu e do Guilherme, fundadores deste Sul Connection. Nela, de maneira até mesmo profética, já prevíamos que enfrentaríamos gigantes. Naquela época, acreditávamos que seriam os oligopólios regionais. Com o desenvolvimento de nossa atividade, a guerra transformou-se em nacional.

Dimenstein está apostando na intimidação, no linchamento virtual, no blefe. Não prevalecerá. Não importa quantos carteiraços de ex-grande-jornalista ele tente dar, o fato segue sendo um só: Dimenstein cometeu um crime a nos imputar prática criminosa sem qualquer indicativo, exceto suas diatribes.

Durante o dia de hoje, descontruiremos toda esta patacoada parida pelo dono de botecos que não aceita ter sua máscara de paladino da ética arrancada.

Milionário, dono do gigante Catraca Livre, ex-todo poderoso da Folha, ex-jornalista premiado, o que nos interessa é apenas uma coisa: Dimenstein cometeu um crime e pagará por ele.

Notícias Relacionadas