geral 28/03/2017 às 10:39

Com Haddad, médicos faltavam em excesso e não havia controle

Auditoria realizada a pedido do Tribunal de Contas do Município constata absoluto desleixo com a saúde dos paulistanos.

Não foram apenas os R$ 7,5 bilhões de rombo deixados escondidos a única surpresa que Fernando Haddad (PT) legou ao prefeito João Doria Jr. (PSDB). Na saúde o cenário de terra arrasada continua. Com a conclusão de uma auditoria solicitada pelo Tribunal de Contas do Município ainda ao final do ano passado, agora os paulistanos constatam como o PT tratou de sua saúde: com desleixo, sem compromisso algum e deixando ao Deus dará. Médicos faltavam em excesso e não existia qualquer tipo de fiscalização.

Parada no tempo, a Prefeitura de São Paulo ainda utilizava o livro-ponto em pleno 2016 para registrar a freqüência dos funcionários. O livro-ponto é facilmente adulterável e permite que faltas e atrasos sejam mascarados em seu preenchimento.

Segundo os dados da auditoria realizada pelo TCM, 22% dos médicos simplesmente não estavam presentes em seus postos de trabalho quando a fiscalização foi realizada.

Alexandre Padilha, Secretário da Saúde de Fernando Haddad ao final de seu mandato e outro dos candidatos a herdeiro do lulismo no PT, adotou o discurso do chefe: não sabia de nada.

Na foto, Haddad e Padilha.

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