politica 24/03/2017 às 11:38

Gulosa, Dilma ordenou que Odebrecht doasse apenas para sua campanha. Nada para o PT

Ordem da Presidente foi repassada para Marcelo Odebrecht pelo ex-Ministro da Fazenda, Guido Mantega, vulgo Pós-Italiano.

Uma história do tempo da ditadura. O roubo do cofre em que o falecido governador Adhemar de Barros mantinha propinas desviadas na casa de sua amante foi provavelmente o maior golpe financeiro desfechado pelas organizações armadas. Hoje, o valor roubado ultrapassaria a casa dos U$ 20 milhões de dólares em espécie. Dilma Vana Rousseff foi uma das planejadoras e tesoureiras da Operação. Na hora de dividir o dinheiro, Dilma, que era chamada carinhosamente de "Mônica" nas internas da guerrilha, pelo hábito de distribuir "coelhadas" sem dó nos companheiros, entrou em um bate-boca com o chefe da VAR-Palmares, Carlos Lamarca. Dilma teria sido tão dura que Lamarca teria chegado às lágrimas.


Passados quase 50 anos do episódio, vemos que a sede de Dilma por dinheiro não mudou muito. Em sua delação premiada, que foi divulgada em uma série de posts pelo blog O Antagonista durante a tarde de ontem, Marcelo Odebrecht afirmou que Dilma, através de uma ordem dada por Guido Mantega, vulto Pós-Italiano nas planilhas de propina da empreiteira, determinou que o dinheiro deveria ir só para a campanha dela, fosse através dos partidos aliados, fosse direto através do tesoureiro Edinho Silva. Nada para o PT.
 

Dilma era gulosa no tempo da ditadura. Dilma continuou sendo gulosa como Presidente da República.

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