economia 02/03/2017 às 06:40

Arrancada da economia diminui contingenciamento do Governo Federal

Equipe econômica de Temer trabalhava com um contingenciamento de R$ 50 bilhões. Agora projeta diminuir para R$ 30 bilhões.

Teto dos Gastos Públicos garantido na Constituição. Reforma da Previdência em andamento. Micro-reformas econômicas já implantadas. E uma equipe econômica competente e livre pra trabalhar. Eis o pacote que vai recolocando a economia brasileira nos trilhos, sob a condução do Presidente Michel Temer (PMDB). Um exemplo acontece na gestão das contas públicos.

 

Se até o momento a previsão da equipe econômica era contingenciar R$ 50 bilhões no Orçamento para cumprir com a meta de diminuir o rombo no déficit primário, agora a estimativa já caiu para um contingenciamento de apenas R$ 30 bilhões.

 

Temer assumiu o país em um cenário caótico, com ameaça de espiral inflacionária e uma recessão brutal, frutos de anos de irresponsabilidades de Lula e Dilma. Entretanto, desde que assumiu, se a arrecadação continuava a cair, o ritmo da queda era cada vez menor, mês após mês. Em Janeiro a queda já foi de apenas 2,6% e a expectativa é de melhora em Fevereiro.

 

Maior arrecadação é sinal de uma economia que está voltando a crescer. Com a economia voltando a crescer, diminui a necessidade de segurar o freio-de-mão tão puxado na execução do Orçamento. Com menos contingenciamento e o Governo Federal podendo gastar mais de forma responsável, mais dinheiro entra na economia e o círculo virtuoso é alimentado.

 

Segundo as projeções realizadas pela equipe econômica chefiada por Henrique Meirelles, em 2019 o Brasil deve finalmente reverter o brutal déficit (diferença entre arrecadação e gastos) herdados da era petista.

 

Com calma, paciência e trabalho, o país vai virando a página de um de seus mais tenebrosos pesadelos.

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