geral 20/02/2017 às 16:48 - Atualizado em 20/02/2017 às 16:52

Dirigente de clubinho da Segundona catarinense desrespeita tragédia da Chape

Mauro Pereira, vice-Presidente do outrora glorioso Marcílio Dias, disse que seu clube não precisa de uma tragédia para crescer. É certo. Só precisa de caráter.

O Clube Náutico Marcílio Dias já escreveu páginas gloriosas no futebol catarinense. Isso foi há não muito tempo, em uma época em que o clube de Itajaí contava com a presença constante do saudoso Delfim de Pádua Peixoto Filho, Presidente da Federação Catarinense de Futebol e falecido no trágico acidente que abateu a equipe da Chapecoense. Atualmente na Segundona, aparentemente a equipe está sendo gerenciada por um grupo de moleques sem caráter.

 

É a única conclusão possível após um indecente episódio protagonizado por um de seus vices, Mauro Pereira, em um live feito no Facebook no último domingo (19). Naquele típico linguajar de fanfarrão de bodega, Pereira disparou lá pelas tantas, com a irresponsabilidade que só moleques conseguem ostentar: "Muita gente me cobrou para não falar isso, mas: o avião do Marcílio Dias não precisa cair para a gente transformamos esse time uma potência do futebol catarinense, do futebol brasileiro. Não precisamos de tragédia para tornar nosso time grande", disse o dirigente. O palhaço conseguiu a notoriedade que em campo seu Clube nunca conquistará, ao menos enquanto tiver gente como ele no comando: virou notícia no Estadão.

 

Hoje, o nanico clube de Itajaí, que vê seu vizinho, Almirante Barroso, recém construído por um grupo de empresários jogar na Primeira Divisão do estadual, ainda que usando um campo de society, achou por bem publicar uma nota a respeito do fiasco. E o fiasco só se tornou maior.

 

Após tentar puxar o saco da Chapecoense, falando que se mira em seu exemplo (algo que basicamente todos os clubes de médio ou pequeno porte do país tem tentado fazer), o Marcílio não tomou qualquer medida concreta. Ou seja: o irresponsável Mauro Pereira continua na sua vice-Presidência.

 

É pena que o Dr. Delfim não tenha sobrevivido ao acidente. Certamente ele estaria em Itajaí neste momento, retomando no tapa o clube das mãos dos moleques que dele se apoderaram.

 

A propósito, covardesc omo só os moleques também costumam ser, a direção do Marcílio Dias já retirou o vídeo do ar.

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