politica 18/02/2017 às 14:57

Piada pronta: Dilma cogita candidatura a Deputada ou Senadora no ano que vem

Ex-Presidente impichada mantém a frase Presidenta Eleita do Brasil no Twitter e não consegue desapegar do poder.

Dilma Vana Rousseff (PT) certamente entrará para os anais da história como um acidente de percurso do Brasil, basicamente como o ex-Presidente Fernando Collor de Mello. A mulher das frases incompreensíveis, do estilo colérico de governar, que nunca mostrou a menor aptidão para o cargo que ocupava, ressurgiu em Brasília, em um encontro nacional do setor de Mulheres do PT. Aproveitou para dar uma entrevista para a AFP, posar de vítima e cogitar uma possibilidade ridícula: uma candidatura a deputada ou a Senadora no próximo ano.
 

"Não serei candidata a presidente da República, se essa é a pergunta. Agora, atividades políticas não vou deixar de fazer. Não descarto a possibilidade de uma candidatura para cargos como senadora ou deputada", disse na tarde deste sábado (18). No país que elegeu Fernando Collor de Mello para dois mandatos seguidos como Senador, depois de todo o desastre de seu governo, não dá pra duvidar de nada.


Dilma ainda deu uma de magnânima e disse não guardar qualquer rancor do impeachment.  "Não tenho nada contra Eduardo Cunha, nenhum sentimento de vingança ou coisa parecida. Não tive nem com os meus torturadores", afirmou. É claro que certas verdades acabam surgindo, ainda que em atos falhos. Logo em seguida, mostrando que toda esta magnânimidade tem tudo para ser só fachada, Dilma disparou sobre sua retirada do poder: "As pedras de Brasília e as Emas do Alvorada sabiam que estavam inventando um motivo para me tirar do poder. Foi a chamada justiça do inimigo: não se gosta, se destrói", disse.


Dilma ainda falou sobre a candidatura de Lula para o próximo ano e deixou transparecer todo o temor que o PT tem de que sua maior liderança acabe condenada e afastada da disputa.  "Apesar de todos as tentativas de destruir sua pessoa, sua história, Lula segue em primeiro lugar, segue sendo espontaneamenteo o mais votado", analisou, para logo em seguida apontar a existência de um "segundo golpe" em andamento para criminalizá-lo.


Será divertido ver uma política que afirma ter sido vítima de um golpe disputando eleições tranquilamente, a despeito do fato de que seria uma candidatura ao arrepio da letra da lei.


Talvez seja mais uma oportunidade para o povo brasileiro deixar claro o quê pensa de seu desastroso governo.


E talvez, seja justamente o temor de ouvir o que não quer que leve Dilma a cogitar uma candidatura como deputada, onde venceria muito mais fácil apenas com a força da máquina partidária. 

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