economia 26/11/2016 às 14:19 - Atualizado em 26/11/2016 às 21:45

Spotniks comparou números de Cuba antes e depois de Fidel. Saldo é um desastre

Em fevereiro do ano passado, portal trouxe uma belíssima reportagem a respeito da tragédia do regime castrista.

Contra fatos não há argumentos. A imprensa rebola, pratica ginástica verbal, apela para mentiras há muito desmoralizadas, atua como caixa de ressonância do setor de propaganda do Partido Comunita Cubano, mas a verdade é teimosa. O regime assassino e genocida de Fidel Castro e seus asseclas foi uma desgraça para uma ilha que outrora era um modelo de prosperidade e desenvolvimento em meio a uma América Latina miserável.


"Imagine um país latino americano no meio do século vinte, com uma taxa de alfabetização de 76%, uma renda per capita maior que a de diversos países europeus, como a Itália, uma capital com mais salas de cinema que Nova York, um número impressionante de estações de rádio (160), aliado a uma taxa de penetração do rádio próxima dos 90% e o 5º maior número de televisões per capita do mundo.
 

Não, não estamos falando de nenhuma potência atual ou de alguma nação com uma das maiores rendas per capita do planeta. Esta é – ou melhor, era – Cuba durante a década de 1950, antes da revolução castrista". Assim começa a brilhante matéria do Spotniks.


O texto disseca os números da revolução cubana e prova, por A + B, sem quaisquer margens de dúvidas que o regime só fez atrasar uma Ilha que era um mini-santuário de desenvolvimento em meio a uma América Latina miserável.


Cuba tinha mais carros por mil habitantes do que toda a América do Sul. Hoje se iguala a miseráveis países africanos como Angola ou como a ex-República Soviética do Tajiquistão. A renda dos cubanos cresceu menos do que outro miserável africano, Botswana. O número de bens de consumo como telefones e aparelhos de TV por mil habitantes sofreu uma queda brutal.


Quando você ver na TV ou ler por aí reportagens tentando transformar Fidel em um herói que desenvolveu seu país, lembre-se dos dados. Os números são irrefutáveis. E seria bom esfregar na cara daquele seu amigo esquerdista chato que pede respeito pela morte de um ditador assassino, genocida e que além de tudo destruiu a chance de seu país se desenvolveu.


Só há uma coisa a lamentar na morte de Fidel Castro: foi tarde.

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