politica 02/05/2016 às 22:30 - Atualizado em 03/05/2016 às 09:58

Caiado chama Lindbergh para resolver discussão fora do Senado. Lindinho afina

Senador goiano acusou Dilma de queimar arquivos para atrapalhar governo Temer. Lindbergh acusa Caiado de mentiroso, mas foge de resolver a discussão.

Desde que o debate sobre o impeachment de Dilma saiu da Câmara e foi para o Senado, Lindbergh Farias, conhecido na Operação Lava Jato como "Lindinho", se transformou no capitão da tropa procrastinatória que o governo montou na Comissão Especial da casa.

Apesar da idade, Lindbergh continua o mesmo moleque pretensioso da década de 90, quando surgiu como bate pau mais famoso dos caras pintadas, movimento instrumentalizado pelo PT para derrubar Collor.

Na Comissão do Impeachment, Lindbergh tratou Miguel Reale Jr, um dos mais importantes juristas do país, como um calouro do curso de Direito. Teve a ousadia de querer dar lições de Direito Administrativo, além de confundir o convidado com uma testemunha.
 
Na tarde desta segunda, a petulância travestida de coragem desmoronou ante uma intimada. O ex-cara-pintada e atual cara-de-pau resolveu apartear o senador goiano Ronaldo Caiado, do Democratas de Goiás. Caiado acusou o governo Dilma de apagar arquivos para atrapalhar o início do governo Temer. Lindbergh disse que o senador goiano mentia. E a chapa esquentou.

Acostumado com uma ética em que a mentira é coisa muito feia, bem diferente dos petistas, Caiado intimou Lindbergh a repetir suas acusações do lado de fora do plenário.  Bem protegido pelos seguranças da Casa, Lindinho tentou espernear: "O senho não está tratando com os funcionários de sua fazenda", disse ele sentado e encolhido em sua cadeira. Eis ai a versão petista adulta do "vou contar tudo pra minha mãe".

Resta de toda a discussão a denúncia feita por Caiado, que antecipou a ideia de jerico de Dilma, que pretendia dar um golpe através da decretação do Estado de Defesa durante a votação do impeachment. A denúncia feita e depois confirmada por Aécio Nevesfoi fundamental para que a patranha fosse desmontada pelo Alto Comando do Exército. Agora sabemos que Dilma tenta gerar o caos no governo Temer.

Este Sul Connection registra: qualquer prejuízo que venha a acontecer para o Brasil deve ser credita na conta de Luís Roberto Barroso. Se o rito seguido no caso Collor houvesse sido mantido, Dilma já estaria longe do Planalto. Suas diatribes finais só são possíveis graças ao auxílio do ministro e seu rito inovador. 

Que o Brasil consiga resistir a política de terra arrasada de Dilma e do PT.

ASSISTA AO MOMENTO EM QUE CAIADO ENQUADRA LINDINHO E LINDINHO FOGE.

Notícias Relacionadas