geral 08/03/2016 às 08:29

Enquanto prefeitura de Florianópolis promove saúde dos professores, vagabundos fazem greve ilegal

Fora da database e sem qualquer reivindicação justa, manifestação paralisou principal avenida do centro de Florianópolis na tarde de segunda.

A Justiça do Trabalho já se manifestou: a greve promovida por um sindicato petista na educação de Florianópolis, prejudicando mais uma vez milhares de trabalhadores que não tem com quem deixar seus filhos, é absolutamente ilegal. Especialmente por se tratar de uma greve em período fora da database e sem nenhuma reivindicação minimamente decente. Enquanto os vagabundos do sindicato promovem a paralização e fecham a avenida Mauro Ramos, principal avenida do centro da capital catarinense, a prefeitura, através da Secretaria de Educação, promove um programa de cuidados com a saúde vocal dos servidores.

 

A Secretaria Municipal de Educação, através do Departamento de Gestão Ocupacional e Avaliação de Desempenho (DEGOA), em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), inicia mais uma edição da Campanha Saúde Vocal. Os servidores que apresentam distúrbios relacionados à voz terão atendimento fonoaudiológico

 

A partir do dia 21 de março, os interessados devem procurar o DEGOA para marcar o agendamento da triagem. Pacientes de anos anteriores devem aguardar o contato da UFSC para a retomada do atendimento.

 

As consultas ocorrerão na Clínica de Voz da UFSC. Para dúvidas e informações é só entrar em contato através do telefone: 3212-0905.

 

É contra o maior salário do estado e contra a prefeitura que mais benefícios oferece aos servidores da educação que se faz a greve. Mas é, principalmente, contra milhares de trabalhadores que precisam das creches e contra o povo mais humilde da capital.

 

O petismo sindical é uma elite reacionária que não respeita o povo.

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