economia 07/03/2016 às 17:45

Klabin começa a operar em Ortigueira, região central do Paraná

O Projeto Puma, como é conhecido, vai produzir 1,5 milhão de toneladas de celulose por ano. As obras foram executadas em dois anos e consumiram R$ 5,8 bilhões.

A fábrica da Klabin em Ortigueira, maior empreendimento da história do Estado com apoio do programa Paraná Competitivo, começou a operar nesta sexta-feira, 4, com a produção do primeiro fardo de celulose. As obras da unidade Puma foram executadas em dois anos e consumiram R$ 5,8 bilhões. A fábrica vai criar 1,4 mil empregos na região central do Paraná.

Ainda na sexta-feira, o governador Beto Richa (PSDB) entregou oficialmente a licença ambiental de operação para a fábrica ao presidente da empresa, Armando Klabin e ao diretor Jurídico, Joaquim Miró. “A licença ambiental coroa todos os inestimáveis apoios dados pelo Governo do Estado ao projeto Puma”, disse Klabin.

O diretor jurídico da Klabin disse que, considerados os dois anos de construção, o empreendimento chegou a envolver 30 mil pessoas e, atualmente são quase 5 mil empregados. “O apoio do Governo do Paraná foi decisivo, sem isso o projeto não teria condições de ser implementado”, afirmou Miró, que mencionou, também, os investimentos da empresa em Ortigueira e em infraestrutura na região.
 
O Projeto Puma, como é conhecido, vai produzir 1,5 milhão de toneladas de celulose por ano: 1,1 milhão de toneladas de celulose de fibra curta e 400 mil toneladas de celulose de fibra longa, parte dela convertida em celulose fluff.

A empresa vai gerar R$ 700 milhões em impostos na fase de investimento e R$ 300 milhões anuais. O empreendimento conta também com um inédito acordo para a divisão do ICMS gerado pela fábrica. O imposto será repartido entre Ortigueira e outros 11 municípios fornecedores de matéria-prima.
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