LAURO TENTARDINI
Jornalista e radialista. Editor de Esportes do Sul Connection. Cobriu dupla Grenal, seleção brasileira, sul-americano de vôlei, Jogos Mundiais Militares e outros. Assessor do Kindermann, campeão da Copa do Brasil de Futebol Feminino. Tratará aqui dos principais assuntos esportivos, com foco no sul do país, mas também jogos olímpicos, seleção brasileira e Fórmula 1.

24/04/2017 às 15:09 - Atualizado em 24/04/2017 às 15:57

Profissão: Jornalista!

Há algum tempo vinha conversando com o diretor do Sul Connection, Eduardo Bisotto, sobre a minha volta ao jornalismo, que é verdadeiramente a profissão, escrita na carteira de trabalho. Hoje, 24 de abril, volto a fazer aquilo que mais gosto e que me propiciou as melhores alegrias da minha vida, como acompanhar grandes jogos, corridas, eventos poliesportivos e dar alguns "furinhos" meia-boca, como Bruno Senna na Lotus/Renault, por exemplo.

Desde o término dos jogos olímpicos do Rio de Janeiro não fazia um texto, então peço desculpas antecipadamente por eventuais falhas deste enferrujado jornalista, que está saindo da precoce aposentadoria.

Embora possamos conversar sobre política ou qualquer outro assunto, nossa principal pauta como semrpe será o esporte. Então teremos tudo aquilo que você sempre acompanharam nos meus espaços: muito futebol, inclusive o feminino; Fórmula 1 e automobilismo em geral; e, claro, o que de mais importante acontecer nos esportes olímpicos.

Vamos trazer informações e opiniões, sem polêmicas, como de hábito! Conto com a leitura de todos vocês a partir de amanhã!

02/11/2015 às 14:11 - Atualizado em 02/11/2015 às 14:41

Mídia governista aposta na divisão de gênero para salvar mandato de Dilma Roussef

Parte da imprensa, que recebe cota de patrocínios do governo federal, aposta cada vez mais na divisão do país, como forma de salvar o moribundo mandato de Dilma Rousseff, como presidente do país.


A cultura da vitimização tem sido fundamental nessa empreitada. Nunca, como hoje, se noticiou tantos casos de racismo ou supostas violências contra mulheres, homossexuais e xenofobia.

 

Este jornalista lembra que racismo, xenofobia e violência, seja contra mulher ou até mesmo homem, são crimes e devem ser punidos na justiça. O problema é que a nossa mídia tem estranhamente apostado nisso, ao invés de ressaltar questões, também, fundamentais do nosso país, como, por exemplo, as investigações referentes ao clamoroso enriquecimento dos filhos do ex-presidente Lula, as pedaladas de Dilma e outras tantas suspeitas que pesam sobre os governos petistas.

 

O caso da separação de Chimbinha e Joelma ganhou grandes proporções na grande mídia. No último domingo, por exemplo, Chimbinha ganhou um generoso espaço na Rede Record, enquanto Joelma deu entrevista para a Rede Globo. Certamente o país tem uma agenda mais importante para discutir do que o “Barraco de Família” do casal de músicos. 

 

Para minha surpresa, nesta segunda-feira, 2, descobri que foi criada em Porto Alegre, uma tal Feira do Livro Feminista. Para quem não sabe, nessa época do ano, acontece na Praça da Alfândega a verdadeira e tradicional Feira do Livro de Porto Alegre. Pois bem, além de tentar criar uma concorrência ao tradicional evento, as organizadoras já estão encaminhando releases se dizendo vítima de preconceito e agressões que teriam sofrido por parte da Polícia Militar do Rio Grande do Sul.

 

Por uma coincidência quem está divulgando as supostas agressões é uma assessora parlamentar ligada ao PT de Canoas. Causa-me estranheza que isso aconteça num momento em que o PCdoB, aliado do governo, larga uma propaganda na televisão citando mulheres, que teriam lutado contra opressão, e citam, por exemplo, Olga Benário e Anita Garibaldi.

 

Parece, claro, que há mais uma vez a tentativa de dividir o país. Dessa vez, a divisão seria entre homens e mulheres, na desesperada tentativa de dizerem “querem o impeachment da Dilma por ela ser mulher”, como já havia antecipado o colega Rodrigo Nunes, durante o hangout que comentou a histórica rejeição das contas da presidente Dilma pelo Tribunal de Contas da União. Ora, a tese do impeachment da Dilma está baseada nas pedaladas, ou seja, crime de responsabilidade, que aconteceram no mandato anterior e que seguem neste iniciado em 2015, e que, justamente, por seguirem no atual mandato, dão base para cassação. E por falar em cassação, também, podemos ter a cassação da chapa de Dilma-Temer, por crime eleitoral, e não por gênero.

 

Há de se lembrar que não é a primeira divisão do país proposta pela pauta esquerdista e a mídia aliada. Já tivemos a divisão entre brancos, negros e amarelos; entre sul/sudeste e norte/nordeste e a já ultrapassada divisão de classes. Neste momento, apostar na divisão de gênero parece a tábua da salvação esquerdista.
 

01/11/2015 às 00:08 - Atualizado em 01/11/2015 às 00:10

Nelson Piquet do Brasil, o nosso primeiro tricampeão mundial

Neste dia 1º de novembro completam-se oficialmente 28 anos do terceiro título de Nelson Piquet Souto Maior, o primeiro brasileiro tricampeão mundial de Fórmula 1. Aliás, também, foi Nelsão o primeiro a fazer o Tema da Vitória tocar, no ano de 1983, após vencer o Grande Prêmio do Brasil, em Jacarepaguá.

 

Nelsão foi um gênio. Um dos maiores pilotos que a Fórmula 1 já teve. Acertador de carro, profundo conhecedor de mecânica e um dos pilotos mais capazes de inovar.

 

Em 1987 uma das maiores façanhas de Nelson. Não apenas por ter sido tricampeão, mas por ter derrotado Nigel Mansell, um inglês, com quem dividia sua equipe, a Williams, também inglesa.

 

Após o acidente de Mansell nos treinos, Nelson Piquet já era tricampeão. Afinal, o inglês não pôde correr. Piquet não completou o Grande Prêmio do Japão, vencido por Berger com Senna em segundo. Os melhores momentos dessa prova você pode acompanhar com a narração de Galvão Bueno.

29/10/2015 às 08:59

Extradição de Marin deve abreviar passagem de Del Nero na presidência da CBF

A justiça da Suíça ordenou a extradição do ex-presidente da CBF, José Maria Marin, que até então por questões de lealdade, não aceitava ser extraditado para os Estados Unidos mudou de ideia e aceitou na última quarta-feira, 28, ser enviado para cumprir pena e dar explicações à justiça norte americana.

 

Marin mudou de ideia, porque começou a ver que Marco Polo Del Nero pensava apenas na própria sobrevivência e o jogou aos leões. Desta forma, o ex-presidente da CBF deve aceitar, inclusive, acordo de delação premiada em troca de redução de pena.

 

Se Marin contar tudo o que sabe, certamente, Marco Polo Del Nero será banido pela FIFA e então o comando da Confederação Brasileira de Futebol mudará de mãos. Delfim Peixoto é o primeiro da linha sucessória e tem o apoio das direções vitoriosas da CBF.

19/10/2015 às 22:33

A estranha tentativa da CBF de barrar a Liga Sul-Minas-Rio

É muito esquisito que a CBF tente, após ter dado aval, barrar a realização da Liga Sul-Minas-Rio. Oficialmente é alegado que haveria a necessidade de aprovação da competição numa assembleia geral, o que teria sido definido após ofício encaminhado pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro.

 

A Copa do Nordeste, semelhante à Sul-Minas-Rio, não precisou de assembleia para ser aprovada. Além disso, como todos sabem, o presidente da FFERJ, Rubinho, é muito próximo de Eurico Miranda, que declarou na última semana, uma guerra contra a Federação Catarinense de Futebol.

 

Eurico Miranda, na ocasião, afirmou que haveria uma máfia do apito para favorecer a Federação Catarinense de Futebol. Isso em razão de que Eurico se acostumou em ser "ajudado" pelos simpáticos árbitros da FFERJ e por seu amigo Rubbinho. Ambos, agora, tentam barrar a Liga Sul-Minas-Rio e tentam, de qualquer forma, abalar o prestígio do idealizador do torneio, o presidente da Federação Catarinense, Delfim Peixoto.

 

Delfim, decidido como sempre, já afirmou: "a Liga Sul-Minas-Rio" será disputada de qualquer forma. E se a CBF não disponibilizar seu quadro de árbitros, a mesma será apitada apenas por árbitros catarinenses.

 

Alexandre Kalil, o gestor da nova liga, também garante que a competição sairá e ainda ironizou a CBF, a qual chamou de "casa do 7 a 1".

 

Parece claro que há uma briga entre o novo jeito de fazer o futebol, protagonizado pelos competentes e organizados Alexandre Kalil e Delfim Peixoto, e aqueles que possuem medo de sair do país e do FBI.