Guilherme Macalossi

14/11/2016 às 17:37

O paralelo entre Trump e Bolsonaro

Ninguém fará essa analise na mídia brasileira, porque a mídia brasileira, assim como a mídia nos EUA, está interessada em exercitiar a demagogia barata e não a analise séria. No meu programa de rádio, tracei um paralelo entre Donald Trump e Jair Bolsonaro. Elenquei pontos que os aproximam e pontos que os afastam, assim como comparei o cenário político de seus respectivos países. No meu entender é completamente factível que algo como o ocorrido em 2016 nos EUA se repita aqui no Brasil em 2018. Convido você a acompanhar meu comentário:

10/11/2016 às 17:49

No Confronto, a mídia atravessa o Rubicão da desmoralização ao falar de Trump

Confiram o que foi destaque na edição de hoje do Confronto, programa que ancoro na Rádio Sonora FM.

- Editorial: O jornalismo atravessa o Rubicão da desmoralização. Monalisa Perroni inventa mantras mentirosos que teriam sido ditos por Trump, e Lucas Mendes queima sua reputação ao comparar eleição do republicano com 11/09

- Pauta Principal: Empresário Cenair Gomes da Silva e o presidente do DEM municipal, Odilon Tesser, comentam sobre Trump e também a 36° fase da Operação Lava-Jato.

Confira a íntegra:

09/11/2016 às 16:00

No Confronto, a derrota de Hillary e da mídia

Destaques da edição de hoje do Confronto, programa que ancoro na Rádio Sonora FM:

Editorial: A mídia que presta vassalagem aos Clinton foi a grande derrotada na eleição de Trump

Pauta Principal: Advogada Francieli Campos e o apresentador Guilherme Macalossi comentaram os detalhes da campanha eleitoral americana, os resultados, a falência das pesquisas, e como os fatores positivos de Trump foram subestimados.

Confira a íntegra:

08/11/2016 às 17:55

Paulo Francis, o anti-Clinton

A cobertura da Globo das eleições americanas é das mais asquerosas já vistas na história da mídia. Tal é o nível de propaganda em favor da candidata Democrata que nos faz imaginar que tipo de manipulação a rede já não utilizou em verões passados, quando não tinha a internet e as redes sociais para apresentar o contraditório imediato ao que é vendido como reportagem.

O retrato desse jornalismo panfletário é o serviço prestado pelos correspondentes internacionais da casa, a começar pela equipe de bobos alegres e deslumbrados que é a redação da Globo News. A torcida disfarçada de avaliação isenta, o acobertamento de notícias desagradáveis, a publicização de factóides armados pela campanha de Hillary, a reprodução do vocabulário de chavões e adjetivações sobre os que ousam não votar na candidata. Tudo esta ali, com a pose o requinte do padrão Globo de qualidade.

Mas não foi sempre assim. Quando a televisão ainda tolerava um mínimo de contraditório, lá nos anos 90, o saudoso Paulo Francis já se insurgia contra os Clinton. No Manhattan Connection, pisoteava sobre Caio Blinder e chamava, sem pudor algum, Bill Clinton de "achacador" e Hillary de "idiota". Dizia que ambos sairiam algemados da Casa Branca pela "cafagestagem".

Paulo Francis foi pioneiro ao denunciar a corrupção da Petrobras. Também foi pioneiro em tratar os Clinton como o que são: bandidos com enorme influência no establishment. 

Confiram Paulo Francis falando de Bill e Hillary Clinton no Manhattan Connection (A partir dos 2mi11seg e depois a partir dos 25min54seg):

08/11/2016 às 17:00

Alexandre Borges avalia cenário da eleição nos EUA

Na edição de hoje do Confronto, programa que ancoro na Rádio Sonora FM, entrevistei o escritor e analista político Alexandre Borges, que participou comentando o contexto da eleição mais imprevisível da história dos EUA. Na pauta, a postura da mídia e o perfil dos candidatos.

Confiram a íntegra:

Guilherme Macalossi é formado em direito pela UCS e estuda jornalismo na Unisinos. Além de editor do portal Sul Connection é apresentador do programa Confronto, na Rádio Sonora FM. Escreve para jornais locais, além de ser articulista do Instituto Liberal do Rio de Janeiro. É colaborador da agência Critério, Inteligência em Conteúdo.